domingo, 25 de maio de 2008

Pseudônimos de mim


Regressarei ao início do caminho.
Não sei que deus, mas um deles quer assim.

No regresso ao início, quantos fins terei de viver…
Quantos sonhos eu suicidei, quantos impérios derrotei?
Abandonei histórias, improvisei recomeços,
Apaguei páginas inteiras e reescrevi minhas trajetórias.

Impulsivamente, é para o início que eu quero regressar…
Onde plantaram minhas raízes, onde é o meu lugar.
Quero me arrepender do que não foi feito, do engano rarefeito…
Pois os erros no meu peito, têm esperanças de voltar.

Quero o verde do meu olhar se confundindo com o da tua bandeira
O que arrancaram de mim, o que hoje aduba tua terra
O meu sangue, hoje é teu sangue
A minha origem que nas tuas entranhas se encerra
Quero estar de novo em teu ventre, preciso de ti para me amar…

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